segunda-feira, 20 de junho de 2011

Pensamentos avulsos...

Quando algo me aflinge pego uma caneta e um pedaço de papel e começo a deslizar meus dedos compondo palavras... e foi assim na sexta-feira durante uma aula no cursinho.




Ás vezes paro pra pensar nas coisas boas que já vi e que já vivi, é como se nada fosse recordado por um instante, a memória falha e escurece.

Fatos ruins, lágrimas, rancores, são mais fortes do que situações, é como se apagasse todo brilho da minha felicidade esses pequenos maus momentos.

Mas viver significa saber usar todas as ferramentas que a vida nos possibilita, neste momento recuso-me a cita-lás.

Ás vezes consigo regular minha raiva, consigo fingir que esta não me possue, sorrio de forma teatral, e ajo de maneira fictícia, não que eu queira interpretar mas sei que desta forma vou conseguir poupar minha paciência e a minha mente, e ocupá-las realmente com o que interessa.

Porque se eu der espaço pra raiva, pro desgosto, sentimentos ruins serão atraídos e sinceramente nunca vi isso resultar em algo agradável.

Mas saibas que não quero morrer engasgada com palavras, reafirmo: Saiba usas as ferramentas da vida, saiba usá-las nos momentos oportunos, chore, grite, sorrie, espanque, mas de forma útil e satisfatória para você, pense em você, só em você, e depois consequentemente se importe com quem te ama, com quem te escuta, te abraça, e se faz presente em sua vida nos piores momentos.

Viver é um presente de Deus, saber viver é um dom particular!



e dessa forma, fechei meu caderninho e comecei a prestar atenção na aula de geografia que já havia terminado.






quarta-feira, 18 de maio de 2011

Contradições


Aparentemente longe desta pequena parte da minha rotina, volto a praticar a exposição das minhas idéias e de uma vida racional e irracional, realista e imaginária, onde não se sabe o começo nem o fim!
Acontecimentos fizeram com que minha ausência estivesse presente por aqui, e que minha palavras escritas fossem invisíveis por um longo tempo.
Mas volto, retomando minha prática de escrever, e fazendo com que uma parte de mim se desprenda, em meio de palavras carregadas de sentimentos.